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Meliponicultura:
Criação de Abelhas Indígenas sem Ferrão
Os Meliponíneos
se caracterizam por não construírem células reais.
Todas as rainhas, operárias e machos, nascem e se desenvolvem, até
o estágio adulto, dentro de células de cria de igual tamanho.
As células de cria e os depósitos de alimentos são
construídos pelas abelhas com cera ou cerume. O cerume é
uma mistura de cera pura e branca, secretada pelas abelhas misturado ao
própolis (resina) coletado das plantas.
Abelha Uruçú
– Melípona Scutellaris
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URUÇÚ
NORDESTINA: As abelhas estão em coleta de néctar, que
é a matéria prima para a produção do mel.
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| ENTRADA
“Boca de Cravo”: Possui um orifício no centro e raias de barro
ou geoprópolis (resina + barro). |
ENTRADA
DUPLA: Estas entradas pertencem a um mesmo cortiço, porém
existem casos onde cada entrada é relativa a uma família
que dividem o mesmo tronco.. |
RAINHA
POEDEIRA OU FISOGÁSTRICA: Realiza a postura de ovos férteis
que dão origem a todas as castas (operária, rainha e macho).
Fecundada por um único macho (Na Apis a rainha é fecundada
por diversos Zangões).
OPERÁRIA:
Grande mão-de-obra das colônias, são trabalhadoras
e poedeiras (produzem machos). Nas operárias e nos machos a cor
das abelhas novas é bem mais clara do que as mais velhas. Nestas
fotos a operária está coletando barro, colocando-o em sua
corbícula (espécie de expansão côncava que fica
nas patas traseiras).
Macho
da Abelha: Acasalam com as rainhas; se alimentam também nas
flores (ao contrário dos zangões de Apis); trabalham com
cerume e desidratam néctar; incubam células de cria e defendem
o ninho. Possuem a antenas maiores do que as fêmeas.
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